O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC realizou um levantamento em 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal e verificou que, apesar de estarem previstos para as esferas estaduais e municipais, os Conselhos de Comunicação Social permanecem ignorados pelas administrações das unidades federativas e das cidades. Até o final de 2008, organismos como estes estavam completamente desativados. A atuação dos Conselhos pode ser definida pelas Constituições Estaduais e pelas Leis Orgânicas dos Municípios.
Segundo o FNDC, apenas oito estados fazem alguma referência à criação dos conselhos estaduais
em suas constituições, são os estados de Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Paraíba, Pará, Amapá, Amazonas e Goiás.
Conselhos de Comunicação Social (CCS) são organismos instituídos legalmente com a finalidade de proporcionar à sociedade a participação democrática em debates relacionados ao setor. São instrumentos que contribuem para o controle público sobre a área. Em âmbito nacional, o órgão é previsto pela Constituição Federal de 1988 - regulamentado pela Lei 8.389, de 30 de dezembro de 1991 - e tem como atribuição realizar pareceres, recomendações e outras solicitações encaminhadas pelo Congresso Nacional. O CCS pode opinar, por exemplo, sobre a outorga e renovação de concessão de serviços de radiodifusão e sua respectiva
programação. Pelo pioneirismo da realização da 1ª Conferência Estadual
de Comunicação Social, em agosto de 2008, a Bahia deverá servir de exemplo e modelo a ser seguido para a convocação da 1ª Conferência Nacional e outras conferências estaduais. Segundo o assessor de comunicação do governo Robinson Almeida, “O desafio principal é encarar a comunicação como uma questão de política pública, essencial para a formação e consolidação de valores”. Robinson enfatizou que a sociedade civil organizada deverá se mobilizar para participar
da construção de um novo modelo de comunicação no Brasil. Ele afirma também que a 1ª Conferência de Comunicação Social do país, impulsionou e ampliou o debate sobre a democratização da comunicação em todo o Brasil, uma vez que provou ser possível discutir aberta e democraticamente, com toda a sociedade, a comunicação enquanto direito social e humano.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Ser Empreendedor
Ação empreendedora é uma fusão de iniciativa, poder de decisão, automotivação entre
outros fatores, com o objetivo de transformar pessoas que nunca tiveram acesso
ao mundo dos negócios em empresários. Para quem deseja ser um empreendedor de
sucesso tem que saber ouvir, não ter medo de desafios e acima de tudo ter amor pelo
que se propões a fazer. É necessário também saber reconhecer as oportunidades que
surgem e ser criativo sempre. O empreendedorismo está em cada um de nós, pois
temos feeling (capacidade de compreensão, percepção de algo) e se houver algo que
o empreendedor não saiba como fazer, ele procura se especializar com cursos, palestra,
seminários entre outras formas de adquirir o máximo possível de conhecimento
sobre o negócio em que está inserido.
De acordo com o artigo O que é ser empreendedor de Adriana Alvarenga da Rocha
Pombo (www.bte.com.br) “ninguém nasce empreendedor. O contato com a família,
amigos, trabalho, sociedade vai favorecendo o desenvolvimento de alguns talentos e
características de personalidade e bloqueando ou enfraquecendo outros. Isso acontece
ao longo da vida.” (Por Cristiane Reis)
outros fatores, com o objetivo de transformar pessoas que nunca tiveram acesso
ao mundo dos negócios em empresários. Para quem deseja ser um empreendedor de
sucesso tem que saber ouvir, não ter medo de desafios e acima de tudo ter amor pelo
que se propões a fazer. É necessário também saber reconhecer as oportunidades que
surgem e ser criativo sempre. O empreendedorismo está em cada um de nós, pois
temos feeling (capacidade de compreensão, percepção de algo) e se houver algo que
o empreendedor não saiba como fazer, ele procura se especializar com cursos, palestra,
seminários entre outras formas de adquirir o máximo possível de conhecimento
sobre o negócio em que está inserido.
De acordo com o artigo O que é ser empreendedor de Adriana Alvarenga da Rocha
Pombo (www.bte.com.br) “ninguém nasce empreendedor. O contato com a família,
amigos, trabalho, sociedade vai favorecendo o desenvolvimento de alguns talentos e
características de personalidade e bloqueando ou enfraquecendo outros. Isso acontece
ao longo da vida.” (Por Cristiane Reis)
Rotina de estágio de uma aluna Unifacs
A aluna Marina Silva do curso de Comunicação e Marketing da Unifacs é estagiária do Hospital
de Olhos Ruy Cunha (Dayhorc) em Salvador. Ela atua no Contact Center, onde faz as marcações de
consultas e exames para os pacientes. A rotina é a mesma de um colaborador atuante pela CLT
(Consolidação das Leis Trabalhistas) e a mesma foi contratada pela nova lei do estagio. A carga
horária é de 6 horas, não trabalha aos sábados, domingos e feriados. Recebe bolsa auxilio, mais o
valor do transporte integral e tem direito a férias após 12 meses de contrato.
De acordo com Marina, ela sempre participa de palestras e treinamentos que envolvem a área de
atuação da empresa que é Oftalmologia. As normas internas de qualidade, assim como treinamento de atuação profissional e motivacional, são ações que se configuram como um diferencial
em sua formação acadêmica. Para os estudantes de comunicação fica a dica de que a área é ampla. É preciso ter flexibilidade, persistência e metas para que o grande objetivo seja alcançado, que é a inserção no mercado de trabalho. Quanto à saturação do mercado do qual o setor de Comunicação e Marketing é constantemente acusado, não é relevante tendo em vista que cabe ao profissional criar o seu espaço.
de Olhos Ruy Cunha (Dayhorc) em Salvador. Ela atua no Contact Center, onde faz as marcações de
consultas e exames para os pacientes. A rotina é a mesma de um colaborador atuante pela CLT
(Consolidação das Leis Trabalhistas) e a mesma foi contratada pela nova lei do estagio. A carga
horária é de 6 horas, não trabalha aos sábados, domingos e feriados. Recebe bolsa auxilio, mais o
valor do transporte integral e tem direito a férias após 12 meses de contrato.
De acordo com Marina, ela sempre participa de palestras e treinamentos que envolvem a área de
atuação da empresa que é Oftalmologia. As normas internas de qualidade, assim como treinamento de atuação profissional e motivacional, são ações que se configuram como um diferencial
em sua formação acadêmica. Para os estudantes de comunicação fica a dica de que a área é ampla. É preciso ter flexibilidade, persistência e metas para que o grande objetivo seja alcançado, que é a inserção no mercado de trabalho. Quanto à saturação do mercado do qual o setor de Comunicação e Marketing é constantemente acusado, não é relevante tendo em vista que cabe ao profissional criar o seu espaço.
Possíveis campos de atuação do profissional de Marketing
(Por Lili Bião)
A constante evolução pela qual o mundo vem passando
impõe modificações em todos os setores profissionais e em
termos de Comunicação Social a situação não é diferente.
Os profissionais da área de comunicação de maneira geral
ganham dia após dia mais opções em seu leque de área de
atuação. Esta área ganha mais espaço a cada dia no mundo
globalizado, posto que o mercado de trabalho vem tornando-
se mais competitivo, e estes profissionais sendo vistos
cada vez mais como consultores de imagem e negócios.
O mercadólogo da atualidade além de comunicar a imagem
de seus clientes por meio de estratégias baseadas em técnicas
e pesquisas, deve também mostrar-se flexível e apto a
executar as mais diversas funções presentes na comunicação.
Este profissional não deve ater-se somente ao processo
de produção e troca com o fluxo de bens e serviços entre
produtor e consumidor, posto que o conceito contemporâneo
da profissão envolve a construção de um bom relacionamento
entre ele e seu cliente.
Este profissional pode vir a trabalhar em agências de publicidade,
assessoria de imprensa, relações públicas, mercado
editorial, veículos de comunicação, institutos de pesquisa,
gráficas, departamentos de comunicação e marketing de
instituições, produtoras de som e imagem, organizações do
terceiro setor, dentre tantas outras possibilidades. Seu campo
de trabalho é muito amplo.
Contudo, muitos estudiosos e profissionais do setor afirmam
que o número de profissionais é muito maior do que o
de oferta de vagas. Poucos recém-formados são absorvidos
pelo mercado em virtude da economia do país não crescer
em ritmo que acompanhe a demanda de novos profissionais
e também por conta da seletividade e competitividade
já existentes na área.
A constante evolução pela qual o mundo vem passando
impõe modificações em todos os setores profissionais e em
termos de Comunicação Social a situação não é diferente.
Os profissionais da área de comunicação de maneira geral
ganham dia após dia mais opções em seu leque de área de
atuação. Esta área ganha mais espaço a cada dia no mundo
globalizado, posto que o mercado de trabalho vem tornando-
se mais competitivo, e estes profissionais sendo vistos
cada vez mais como consultores de imagem e negócios.
O mercadólogo da atualidade além de comunicar a imagem
de seus clientes por meio de estratégias baseadas em técnicas
e pesquisas, deve também mostrar-se flexível e apto a
executar as mais diversas funções presentes na comunicação.
Este profissional não deve ater-se somente ao processo
de produção e troca com o fluxo de bens e serviços entre
produtor e consumidor, posto que o conceito contemporâneo
da profissão envolve a construção de um bom relacionamento
entre ele e seu cliente.
Este profissional pode vir a trabalhar em agências de publicidade,
assessoria de imprensa, relações públicas, mercado
editorial, veículos de comunicação, institutos de pesquisa,
gráficas, departamentos de comunicação e marketing de
instituições, produtoras de som e imagem, organizações do
terceiro setor, dentre tantas outras possibilidades. Seu campo
de trabalho é muito amplo.
Contudo, muitos estudiosos e profissionais do setor afirmam
que o número de profissionais é muito maior do que o
de oferta de vagas. Poucos recém-formados são absorvidos
pelo mercado em virtude da economia do país não crescer
em ritmo que acompanhe a demanda de novos profissionais
e também por conta da seletividade e competitividade
já existentes na área.
A importância da formação na vida do profissional de Comunicação e Marketing
(Por Rudimar Mota)
O desenvolvimento tecnológico reconfigura o novo papel de profissionais
das áreas de Comunicação e Marketing como campo de estudos
interdisciplinares, o que os obriga à educação continuada e integrada. O
curso oferece uma sólida formação teórica nas áreas comunicacionais,
acompanhada de aplicação prática, capacitando o aluno a avaliar, planejar
e implantar, como gestor, planejamentos e projetos de comunicação
interna e externa nas empresas e instituições. Além disso, compõe
estratégias de comunicação e maximização de recursos, qualificando e
especializando profissionais de diferentes áreas, para atuar na gestão
dos processos de Marketing, de comunicação e de administração, sob a perspectiva das novas tecnologias: a circulação de
informações, como intranet e internet.
É importante que o alunado de comunicação e marketing esteja participando e se integrando junto às empresas e entidades
do ramo, no sentido de estar se capacitando cada vez mais, através de cursos, seminários, congressos, palestras para
melhor aprimoramento das suas atividades, já que as ferramentas usadas para este fim estão sempre evoluindo tecnologicamente
e exigem do estudante um esforço maior para conhecer e acompanhar este desenvolvimento.
O desenvolvimento tecnológico reconfigura o novo papel de profissionais
das áreas de Comunicação e Marketing como campo de estudos
interdisciplinares, o que os obriga à educação continuada e integrada. O
curso oferece uma sólida formação teórica nas áreas comunicacionais,
acompanhada de aplicação prática, capacitando o aluno a avaliar, planejar
e implantar, como gestor, planejamentos e projetos de comunicação
interna e externa nas empresas e instituições. Além disso, compõe
estratégias de comunicação e maximização de recursos, qualificando e
especializando profissionais de diferentes áreas, para atuar na gestão
dos processos de Marketing, de comunicação e de administração, sob a perspectiva das novas tecnologias: a circulação de
informações, como intranet e internet.
É importante que o alunado de comunicação e marketing esteja participando e se integrando junto às empresas e entidades
do ramo, no sentido de estar se capacitando cada vez mais, através de cursos, seminários, congressos, palestras para
melhor aprimoramento das suas atividades, já que as ferramentas usadas para este fim estão sempre evoluindo tecnologicamente
e exigem do estudante um esforço maior para conhecer e acompanhar este desenvolvimento.
Marketing no terceiro setor: uma realidade cada vez mais presente
(Por Andresa Carvalho)
Para quem pensa que o marketing só acontece em organizações
com finalidades lucrativas, ledo engano. Os
ferramentais do marketing – a exemplo da segmentação
de mercado, composto mercadológico e posicionamento
estratégico – cada vez mais têm sido aplicados
em organizações do terceiro setor da sociedade civil.
Isto acontece porque quaisquer que sejam as finalidades
de uma organização, sempre existirão um públicoalvo
e segmento específico aos quais se deseja atingir.
Apesar de as organizações do terceiro setor possuírem
a peculiaridade de não vislumbrarem lucratividade,
elas não deixam de estar engajadas em uma causa e
pretenderem uma troca, que neste caso pode se dá, por
exemplo, entre uma organização social e seus públicos.
Como na maioria das organizações, as de finalidades
não-lucrativas também oferecem serviços ou produtos
com custos ou preços para serem oferecidos. Estes são
(em algum momento) comunicados aos públicos de relacionamento
e possuem um sistema para serem distribuídos
ou oferecidos, logo se tem o composto mercadológico
adaptado às finalidades – de acordo com o
Mix de Marketing, de Jeromy McCarthy.
Mais do que uma tendência, marketing no terceiro setor
é uma necessidade premente. A variável de Relações
públicas, abrangida pelo “P” de promoção do mix
de marketing, ganha destaque no terceiro setor em
face da guerra de percepções que caracteriza o marketing
contemporâneo. Construir uma imagem favorável
e fixá-la junto aos públicos de relacionamento,
nas organizações de terceiro setor, pode determinar a
sobrevivência e a quantidade de apoio despendido à
entidade.
Um dos principais objetivos do marketing é propulsionar
trocas espontâneas com ganhos equiparados para
ambas as partes. No terceiro setor, assim como nos
demais, as trocas também ocorrem, o que o difere do
marketing aplicado ao contexto mercadológico, são os
seus objetivos, que no contexto mercadológico convencional
visa a rentabilidade da empresa e a satisfação
do cliente; e neste, a aderência de pessoas a causa
da entidade/moção e a satisfação das necessidades das
pessoas atendidas pela entidade.
Pensar em marketing nas organizações não deve reportar
exclusivamente a venda, tal matéria tem inúmeras
aplicabilidades e é utilizada em diversos contextos, não
é em vão que existe o marketing político, institucional,
social, entre outros. Uma das coisas que difere as tipologias
de marketing, é o tipo de troca pretendida pelas
partes, o tipo de público que se encontra em cada um
dos lados da troca, além do composto de marketing.
com finalidades lucrativas, ledo engano. Os
ferramentais do marketing – a exemplo da segmentação
de mercado, composto mercadológico e posicionamento
estratégico – cada vez mais têm sido aplicados
em organizações do terceiro setor da sociedade civil.
Isto acontece porque quaisquer que sejam as finalidades
de uma organização, sempre existirão um públicoalvo
e segmento específico aos quais se deseja atingir.
Apesar de as organizações do terceiro setor possuírem
a peculiaridade de não vislumbrarem lucratividade,
elas não deixam de estar engajadas em uma causa e
pretenderem uma troca, que neste caso pode se dá, por
exemplo, entre uma organização social e seus públicos.
Como na maioria das organizações, as de finalidades
não-lucrativas também oferecem serviços ou produtos
com custos ou preços para serem oferecidos. Estes são
(em algum momento) comunicados aos públicos de relacionamento
e possuem um sistema para serem distribuídos
ou oferecidos, logo se tem o composto mercadológico
adaptado às finalidades – de acordo com o
Mix de Marketing, de Jeromy McCarthy.
Mais do que uma tendência, marketing no terceiro setor
é uma necessidade premente. A variável de Relações
públicas, abrangida pelo “P” de promoção do mix
de marketing, ganha destaque no terceiro setor em
face da guerra de percepções que caracteriza o marketing
contemporâneo. Construir uma imagem favorável
e fixá-la junto aos públicos de relacionamento,
nas organizações de terceiro setor, pode determinar a
sobrevivência e a quantidade de apoio despendido à
entidade.
Um dos principais objetivos do marketing é propulsionar
trocas espontâneas com ganhos equiparados para
ambas as partes. No terceiro setor, assim como nos
demais, as trocas também ocorrem, o que o difere do
marketing aplicado ao contexto mercadológico, são os
seus objetivos, que no contexto mercadológico convencional
visa a rentabilidade da empresa e a satisfação
do cliente; e neste, a aderência de pessoas a causa
da entidade/moção e a satisfação das necessidades das
pessoas atendidas pela entidade.
Pensar em marketing nas organizações não deve reportar
exclusivamente a venda, tal matéria tem inúmeras
aplicabilidades e é utilizada em diversos contextos, não
é em vão que existe o marketing político, institucional,
social, entre outros. Uma das coisas que difere as tipologias
de marketing, é o tipo de troca pretendida pelas
partes, o tipo de público que se encontra em cada um
dos lados da troca, além do composto de marketing.
domingo, 22 de novembro de 2009
JORNAL CIENTÍFICO
O CMKT - IN FOCO é o resultado da produção da turma do 3.º semestre de 2009, do curso de Comunicação e Marketing da Unifacs do PA6.
Os temas abordados tratam de assuntos relacionados ao contexto dos profissionais e do campo de atuação desta área de estudo.
As mudanças, inovações e tendências para o setor de “Comunicação e Marketing” são discutidas na composição de forma que visa analisar a realidade regional e a interferência do setor no cotidiano dos profissionais atuantes na cidade e temas que retratam a importância do mundo da comunicação e marketing, levando-se em conta valores significativos deste tema que nos trazem a reflexão e a necessidade de aprofundar os conhecimentos e experiências adquiridas por meio de diálogos e debates como a recente e primeira Conferência de Comunicação Social, realizada na Bahia que visa a democratização dos meios de comunicação, que ao longo dos anos tem como prática o uso da imparcialidade e de interesse de grupos oligárquicos.
Temas como A formação profissional, Possíveis campos de atuação do profissional de Comunicação e Marketing, Redes sociais e o novo nicho de mercado, esclarecimentos sobre o que são os Conselhos de Comunicação, o Marketing no terceiro setor, entrevista no Destaque Profissional com o Diretor de Marketing do Esporte Clube Vitória, Ricardo Azevêdo, entre outros.
Este trabalho foi elaborado com o propósito de informar a comunidade acadêmica da Unifacs a importância da pesquisa e leitura no campo da Comunicação Social.
O CMKT - IN FOCO, vem para romper barreiras, quebrar paradigmas e preconceitos da comunidade acadêmica quanto a Educação à Distância, valorizando o profissional no seu campo de atuação.
Os temas abordados tratam de assuntos relacionados ao contexto dos profissionais e do campo de atuação desta área de estudo.
As mudanças, inovações e tendências para o setor de “Comunicação e Marketing” são discutidas na composição de forma que visa analisar a realidade regional e a interferência do setor no cotidiano dos profissionais atuantes na cidade e temas que retratam a importância do mundo da comunicação e marketing, levando-se em conta valores significativos deste tema que nos trazem a reflexão e a necessidade de aprofundar os conhecimentos e experiências adquiridas por meio de diálogos e debates como a recente e primeira Conferência de Comunicação Social, realizada na Bahia que visa a democratização dos meios de comunicação, que ao longo dos anos tem como prática o uso da imparcialidade e de interesse de grupos oligárquicos.
Temas como A formação profissional, Possíveis campos de atuação do profissional de Comunicação e Marketing, Redes sociais e o novo nicho de mercado, esclarecimentos sobre o que são os Conselhos de Comunicação, o Marketing no terceiro setor, entrevista no Destaque Profissional com o Diretor de Marketing do Esporte Clube Vitória, Ricardo Azevêdo, entre outros.
Este trabalho foi elaborado com o propósito de informar a comunidade acadêmica da Unifacs a importância da pesquisa e leitura no campo da Comunicação Social.
O CMKT - IN FOCO, vem para romper barreiras, quebrar paradigmas e preconceitos da comunidade acadêmica quanto a Educação à Distância, valorizando o profissional no seu campo de atuação.
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